Em busca de uma imagem...

Nosso blog nasceu com uma proposta de encontrarmos uma ou mais imagens que nos representasse.

Foram enviadas diversas imagens, assim como conceitos, até que surgiu a ideia da fotografia, um bom desafio.

Mas e agora, o que fazer com as imagens selecionadas?

Eis a proposta, abaixo segue as imagens recebidas, o reflexo das individualidades coletivas!

Convoco a quem enviou as imagens trazer também palavras e comentários!












Sejam tod@s bem vind@s!

Mais um semestre se inicia... :-D

Que possamos atender as nossas expectativas, nos divertir, refletir , desafiar e construimos juntos uma experiência interessante!



O nosso primeiro desafio é a composição da imagem de fundo do nosso blog, a partir dos primeiros  encontros, qual(is) imagem(ns) significam, (re)significam essa nossa ação conjunta?

Estamos no aguardo :-P



Reflexões de final de semestre :)

O semestre terminou, mas as reflexões não...

* STEPHANIE FUNCK



"Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo"

Lulu Santos – Como uma onda no mar

Diante de uma rotina muito corrida, poder parar e refletir um pouco sobre questões relacionadas a educação e a nossa sociedade, foi fundamental ao longo deste semestre. Estes momentos proporcionados pelas aulas de seminário sem dúvida modificaram muitos pensamentos. Através do compartilhamento de experiências pudemos criar novas visões diante de situações diárias, convivendo com opiniões divergentes e construindo novas formas de pensar. Eu, particularmente, considero valiosíssimos momentos em que podemos conhecer as formas de pensar das pessoas, identificar o modo como elas veem as coisas, e assim foram as nossas aulas. 

“Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou”. 
(Heráclito)                

Ao longo do semestre, conheci uma nova forma de aula, a qual foi oferecida pelos professores: Carmen e Paulo, a qual desconhecia. Aulas inovadoras e, até certo ponto, intrigantes... me perguntava desde o primeiro momento, será que aprenderemos alguma coisa? Quebrou completamente com aquele “modelo” tradicional de aula que estávamos acostumados. E agora, posso dizer que aprendi e mudei muitas coisas diante destas experiências vividas ao longo deste semestre. 

Queria agradecer aos professores, e a todos os (as) colegas que geraram este convívio maravilhoso! 


* DANIELE BRAZ


Olá pessoal. Adorei a nossa amostra, acho que tinha tudo a ver com o que vimos no Seminário Educação e Sociedade, e a educação é um fato social. Mudei minha concepção de escola nesta disciplina e vi que não é só o professor que "professa", mas os alunos também e que temos muito a aprender com eles. Devemos trocar conhecimentos com nossos alunos.
"Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes.
Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão."
(Paulo Freire)

* GABRIELA SPIES

Pensar no semestre, me faz pensar em conhecimento, em tudo que foi trocado durante as aulas, nossos professores souberam fazer isso se tornar muito agradável. 

"Brincamos" com as palavras, cada aula foi uma descoberta de um mundo novo, como Estamira fala "[...]capturar a mentira e jogar na cara. Ensinar a eles o que eles não sabem.” 

Fomos quebrando as regras que nos são impostas, vendo que existe uma outra forma de aprender a educação e tudo que envolve ela. 

Gostaria, para finalizar, deixar um texto que me lembrou muito a Estamira e agradecer pelas ótimas manhãs de conhecimento que passei com todos. 

"Foram as suas ideias, professor, que permitiram a Lula, o metalúrgico, chegar ao governo. Isso nunca acontecera antes na história do Brasil e, quiçá na do mundo, exceto pela via revolucionária. (...) 
(...) A sua pedagogia, professor, permitiu que os pobres se tornassem sujeitos políticos. (...) Graças a suas obras, professor, descobriu-se que os pobres têm uma pedagogia própria. Eles não produzem discursos abstratos, mas plásticos, ricos em metáforas. Não moldam conceitos; contam fatos. Foi o senhor que nos fez entender que ninguém é mais culto do que outro por ter freqüentado a universidade ou apreciar as pinturas de Van Gogh e a música de Bach. O que existe são culturas paralelas, distintas, e socialmente complementares.
(...) O pobre sabe, mas nem sempre sabe que sabe. E quando aprende é capaz de expressões como esta que ouvi da boca de um senhor, alfabetizado aos sessenta anos. “Agora sei quanta coisa não sei”. (...) O senhor fez os pobres conquistarem auto-estima. Graças ao seus métodos de alfabetização, eles aprenderam que “Ivo viu a uva” e que a uva que viu e não comprou é cara porque o país não dispõe de política agrícola adequada e nem permite que todos tenham acesso a alimentação básica.
(...) Ao longo das últimas quatro décadas, seus “alunos” foram emergindo da esfera da ingenuidade para a esfera da crítica; da passividade à militância; da dor à esperança; da resignação à utopia. Convencidos pelo senhor de que são igualmente capazes, eles foram progressivamente ocupando espaços na vida política brasileira, como militantes das CEBs, do PT, do MST e de tantos outros movimentos.
Por este novo Brasil muito obrigado professor Paulo Freire. "
FREI BETTO    
* RENATA SILVA


O semestre foi muito enriquecedor no meu ponto de vista. Criei outra concepção de aprendizagem ao longo destes meses.
As conversas, debates, discussões muitas vezes me deixaram confusa, mas foi a partir dai que consegui trabalhar o raciocínio. 
Muito obrigada aos professores Carmen e Paulo. Espero encontrar com vocês ao longo do curso novamente. 

Muito obrigada pelo ótimo semestre, confesso que vou sentir saudades!!! Muitos beijos e abraços para a Carmen e ao Paulo
Gostei muito do modo como a aula é conduzida, esta sim eu diria que é uma "boa aula" como vimos ao longo do semestre.
Construíamos juntos uma aula maravilhosa, sei que nem todos os professores seguem este tipo de aula, mas pelo menos tive o privilégio de ter essa aula no primeiro semestre.
Nós alunos da faculdade de educação com certeza nos espelhamos naqueles professores que nos conquistam com as suas aulas. Posso dizer que vocês me conquistaram e seguirei o exemplo de vocês no futuro com meus alunos. Muito obrigada pelo maravilhoso semestre!!! Mil beijos.

* MONIQUE PENSKY

Foi pouco tempo mais valeu, vivi cada segundo... Quero o tempo que passou!

O seminário me fez refletir e ás vezes até me confundir! Com certeza foi uma TROCA, e não uma transmissão! E essa EXPERIÊNCIA levo comigo de agora em diante e espero compartilhá-la com minhas colegas!

"Se a experiência é o que nos acontece e se o saber da experiência tem a ver com a elaboração do sentido ou do sem-sentido do que nos acontece, trata-se de uma saber finito, ligado à existência de um individuo ou de uma comunidade humana partícula; ou, de um modo ainda mais explicito, trata-se de uma saber que revela ao homem concreto e singular, entendido individual ou coletivamente, o sentido ou sem-sentido de sua própria existência, de sua própria finitude." (LARROSA, 2002, p.26)

+ Preparação para a MOSTRA

COMBINAÇÕES...


1)A ideia principal era preparar algo que envolvesse toda a turma.

2)Usaremos máscaras, portanto cada um trará a sua pode ser confeccionada como cada um desejar ou então pode ser máscaras impressas do memetizando (aqueles bonecos do facebook, a maioria da turma preferiu imprimir estas que podem ser encontradas no seguinte site:  http://memetizando.com/
OBS: para padronizar todas as máscaras devem ser impressas ou confecionadas em tamanho A4.

3) Definimos algumas músicas que serão tocadas no decorrer da apresentação. São elas:
* The wall (que a professora trará o cd)
* Até quando/ Gabriel pensador (Daniele trará)
* Metamorfose ambulante (Quem trará?)


4) Todos devem vir de camiseta preta.

5) ATENÇÃO!!! Todos os alunos que forem participar da apresentação da amostra da pedagogia deve estar presente na aula da semana que vem as 8 hs.Para ensaio e produção de materiais.

6)Pensar na frase final e trazer ideias.



Abs e até lá!!!

PREPARAÇÃO PARA A MOSTRA 2011/2

Eis as palavras e frase escolhidas para a preparação da Mostra do Seminário, enviadas pela colega Mónica Molero Carriconde:


Experiência - Conceito - Influência

"As experiências de vida interferem nas nossas atitudes e comportamento, além de nos ajudar a ler o mundo e a influenciar as pessoas. A partir das nossas experiências formamos nossos conceitos de mundo."

* MAIS PALAVRAS ENCAMINHADAS PELO GRUPO DA COLEGA Daniele Braz...

Confiança
Desafio
Troca
Dificuldades
Alunos
Interação
Bem/mal

REFLEXÃO


E agora profess@r, o que eu faço? 

Entrei em muitos lugares neste semestre 
Observei todos como a ciência me ensinou 
Observei, mas talvez não tenha percebido 
Usei o método, mas não ousei os sentidos 
Fui olhar com olhos treinados... 
Como o cão de Pavlow 


Poderia estar vendo e dando visibilidade 
Poderia estar invisibilizando e inviabilizando 
Poderia ter visto o que eu não queria ver 
Poderia ter visto o que queriam que eu visse 
Certamente não vi o que estava invisível em 
mim 
Certamente não dei visibilidade ao que não 
enxergo 
Visitei espaços para ver o que eu queria ver ou 
visitei espaços para ver o que querem que eu 
veja? 


Esqueci de ver o que eu realmente vejo 
Esqueci que sou único 
Percebi que muitas vezes enxergo pelos olhos 
de outros 
Não que eu os veja, mas apenas os sigo 
Como sujeito sujeitado 
Treinado para ser invisível... 
Para invisibilizar 
Então, ordeno que me ordenem! 
Direi que é meu o desejo 
Que não é medo de ousar 
Que não é medo de esquecer 
Que não é medo de ser o que sou 
Talvez eu ache que ser eu, 
Seja ser o que os outros querem que eu seja 
Não falo mais o quê vejo, me adapto 
Não vejo mais o quero, me adapto 
Escuto o que quero, me adapto 
Respiro um sujeito, sujeito 


Se educo o que estou (ou o que sou) 
Devo estar sempre bem, 
Mas nem sempre bem estou, 
Então não educo tão bem, 
Se não educo tão bem assim, 


Talvez não deva querer educar ninguém 
Devo apenas sentir-me bem, 
Pois educar talvez seja ser alguém 
Alguém com quem se possa contar 
Alguém que consegue ser ele mesmo 
Com qualidades e defeitos 
Sem saber mais que ninguém 

Agora sei que não ensino 
Que não aprendo 
Mas que compartilho 
Agrego, ajudo, sou ajudado 
Que falo de um lugar no mundo 
Tão válido quanto outro qualquer 
Que meu papel é ser eu mesmo 
Sem um rótulo que me preceda 
A não ser, ser, estar, respeitar, amar 

Achei que ser autônomo 
Era o poder de ser eu mesmo 
Mas ser não é poder, 
Pois ser é equilíbrio 
Não ser bom nem ruim 
Não fazer o bem nem o mal 
Não ser professor nem aluno 
E ser todos eles 
Em respeito a todos nós 

Autonomia é ser 
É se conhecer e se aceitar 
É aceitar o outro 
E autonomizá-lo, não é ensiná-lo 
É permitir que ele seja ele mesmo 
Pois ser você mesmo 
É se descobrir 
É se sentir coletivo e individual 
É poder de não ter poder 
É saber ser parte de algo 
Como peça que se encaixa e completa 
Vital para o todo, mas peça 
Educativa, Cidadã, Encantadora, Vital 
(Adendo do Profº. Paulo Albuquerque, Seminário I)

Gelson Paz Jr. Jun-2008 

O que você achou do documentário ESTAMIRA?

***** Contribuição Renata Silva ********

Ao ver o filme Estamira confesso que fiquei um pouco chocada no início, pois o vocabulário utilizado no documentário é um pouco pesado. 
Pude perceber que a personagem principal não acredita em Deus, acredito que isso ocorra pelo fato de as coisas não darem muito certo na vida dela. 
Trabalhar recolhendo materiais recicláveis não é um trabalho fácil, é chuva e sol e os trabalhadores estão sempre em busca do seu sustento.
Penso que não podemos julgar ninguém, e se Estamira vive do jeito que vive, é porque é o modo como ela consegue e tem que viver. 

Com certeza este documentário me tocou muito, e mudou algumas das minha concepções. Ao estudarmos e analisarmos estes documentários, por mais chocante que seja a história, sempre vamos aprender algo novo.


***** Contribuição Daniele Braz ********

Confesso que quando começei a assistir o documentário achei que seria perda de tempo mas a história da Estamira foi prendendo minha atenção. O que me chamou muito a atenção foi que ela seguidamente fala que não acredita em Deus a analisando a história de vida dela, realmente ela passou por muitas coisas ruins e foi o que a fez acreditar que Deus é uma invenção do homem.
Ela sofreu muito na infância, vendo a tudo que aconteceu com sua mãe, o que o avô fez com ela, o pai e depois sofreu muito com a traição de seus maridos. Ela diz que deficiente mental é quem é imprestavel e isso ela não é. Ela trabalha no lixão e gosta de estar ali porque ela pode ser ela mesma e ali ela é feliz.


***** Contribuição Fernanda Carvalho ********

Primeiramente fiquei confusa e chocada com o vocabulário usado por ela durante todo o documentário. Mas ao longo do documentário, pude perceber que isso tudo se deu pelo sofrimento que ela passou durante a infância e que a acompanhou durante a vida adulta. Em alguns momentos, fiquei em dúvida se Estamira era realmente uma pessoa perturbada, pois em algumas partes ela falava e agia de maneira tão "normal". Uma parte que me chamou muito a atenção, foi quando ela chegou no lixão para trabalhar e colocou outra roupa, como se fosse o uniforme de trabalho, algo tão natural mas que me marcou bastante.
O documentário fez com que uma pergunta não saísse da minha mente: quantas Estamiras existem por aí, que passamos todos os dias pelas ruas, que trabalham como catadores de lixos e que simplesmente ignoramos por medo ou quem sabe preconceito? Mesmo depois de assistir todo o documentário e ler os comentários postados pelas colegas, ainda permaneço com a dúvida, será que a Estamira é realmente uma pessoa perturbada ou ela tem consciência do que está falando?


***** Contribuição Vanessa Veríssimo ********

O documentário sobre “Estamira” aborda assuntos polêmicos sobre Deus, distúrbios mentais, violência física e psicológica, família e medicação. 

No caso Estamira, muito dessa “loucura”, como diz seu filho Hernani, se dá em função do sofrimento que ela passou a partir da infância. Cresceu vendo sua mãe ter crises de alucinação (astros negativos). Ela foi aliciada pelo avô, que a induziu à prostituição; seu pai a chamava de “lerdinha”; presenciou a internação de sua mãe, que sofria maus tratos, entre os quais choques elétricos; também a traição dos maridos dentro da própria casa; a doação de sua filha caçula à uma voluntária do hospital, pelo seu filho mais velho, que o fez com intuito de protegê-la sem o seu consentimento; quando saiu do lixão para trabalhar em outro local e foi abusada sexualmente duas vezes, o que a levou perder a fé em Deus. Pergunta-se, então, seguidamente: “Que Deus é esse que permite o roubo, estupro, morte, e que não se pode nem sair de casa para trabalhar?” 

Quem não enlouqueceria? Quem não sofreria de distúrbios mentais? 

Estamira foi diagnosticada pelos médicos com quadro psicótico de evolução crônica, com alucinações auditivas, necessitando tratamento psiquiátrico continuado. Foi receitado para seu tratamento o uso de diazepam, medicação para controle da ansiedade, sedativo, relaxante muscular e que tem como efeitos colaterais sonolência, alteração de memória, confusão, entre outros. Estamira é contra tomar o remédio, alegando ficar mais louca com uso de diazepam. Para ela, os médicos fazem parte de uma “quadrilha” e prescrevem sempre a mesma medicação, dopando seus pacientes. E não existirá mesmo uma “quadrilha” ou “máfia” na indústria farmacêutica, mancomunados com alguns médicos? Remédios da moda? Normalmente é o que vemos em casos como de Estamira. As pessoas são tratadas com diazepam ou se crianças hiperativas, tratadas com Ritalina. Estranho, não?! 

Para Estamira, deficiente mental é quem é imprestável, e isso ela não é. Mas mesmo em sua perturbação ela consegue distinguir e reconhecer a sua própria deficiência. Hernani vê sua mãe como louca e possuidora de um poder maligno por não aceitar Deus. Já suas filhas não a vêem dessa forma, afirmando que sua mãe dizia muitas coisas com sentido. 

Estamira, uma mulher que criou seus filhos, trabalhava, produzia seu próprio dinheiro, cozinhava, tinha amigos, morava sozinha, tinha noção de certo e errado, dizia: “me trata como tu te trata, que dessa forma te trato”, gostava de ajudar alguém ou um bichinho, era vaidosa, unhas pintadas, usava anéis, tinha cuidado com a higiene, tudo conforme suas condições. Amava o Gramacho (lixão), assim como a seus filhos e amigos. Acho que essa mulher é mais lúcida e responsável do que muita gente por aí considerada “normal”. 

Além disso, acredito que a melhor medicação é o amor, o carinho, a dedicação e a paciência, independente de que seja necessário ou não o uso de remédios, pois cada caso é um caso, e como tal deve ser analisado em seus diferentes níveis e nas implicações que o uso ou não acarretaria ao paciente.

***** Contribuição Saritha Quadros ********

O Documentário conta a história de uma senhora que trabalha no Aterro Metropolitano de Gramacho, no Estado do Rio de Janeiro. Uma mulher sofrida pelo sentimento de mágoa que carrega do ex- marido, desde a época em que era casada. 

Estamira, em seu depoimento, mostra ter bastante conhecimento, enxerga a vida sem floreios, fala que não existem mais pessoas inocentes e sim gente que só quer se dar bem às custas dos outros, “os espertos”. Sobre o aterro ela comenta, que é um depósito de restos mas também um depósito de descuido. Entendo depósito de descuido de duas formas: A primeira fala sobre a não reciclagem do lixo pela sociedade, tornando o aterro um local altamente tóxico. E segunda forma de descuido que entendo, são as coisas boas que Estamira encontra no lixo, como um vidro de palmito, que talvez estivesse próximo de vencer a validade. 

Na visão da catadora de material reciclável, tudo é abstrato, inclusive ela. Fala sobre os espaços de existência, eterno, infinito, além e além dos aléns, numa confusão entre lucidez e delírio. Pra Estamira, a morte funciona com a “forma transparente” do ser. Comenta sobre a existência de um “controle remoto superior natural” que entendo ser o movimento perfeito da mãe natureza e tudo que ela envolve. O outro é um controle remoto artificial, produzido pelos cientistas os quais ela denomina de “Deuses”. Esses Deuses detêm o poder sobre as coisas artificiais, que são de nossa necessidade, e por isso também nos controlam. 

Em seu testemunho, Estamira lembra um pouco de sua infância, e num tom nostálgico, de como seu pai a chamava e do desaparecimento dele. Deixou de ser religiosa e não acredita mais em Deus. A trabalhadora diz que é uma pessoa ruim, mas não é perversa. Comenta que o “ciente é o saber. E as pessoas que vão à escola aprender a ler e a escrever, estão mesmo é copiando hipocrisias e mentiras. 

No depoimento de Estamira, percebi uma lucidez e coerência, talvez observado de modo geral como um mundo próprio, desatinado e insano. Ela enxerga muito mais a realidade, da existência humana e espacial, do que as pessoas que julgam deter o conhecimento.


***** Contribuição Graziela Balbinoti ********

Gostei bastante de conhecer a história desta senhora chamada Estamira, através deste documentário bem desafiador como disse a colega Deise, que se não fosse pelo documentário provavelmente não daríamos importância a esta mulher. Sua história de vida me chocou bastante e também percebi a sua revolta por tudo o que passou na vida assim não crendo mais em Deus ao dizer que Deus é esse que só fala de guerra e não sei o quê? Também não entendi o que ela quer dizer com a palavra "trocadilo" quando diz que é o trocadilo que o terá criado? Deus. E entre outras frases que ela usa a palavra trocadilo. Estamira fala muitas frases que nos fazem pensar como a de que o homem é o único ser condicional e que trabalho é diferente de sacrifício e sua história acaba mostrando a realidade de muitos brasileiros.

***** Contribuição Daniela Antunes ********

Acho que é muito difícil pra nós olharmos Estamira com olhos iguais, sem julgar a vida que ela vive, do modo que ela escolheu viver, como ela mesma afirma que vive daquela maneira por que ela escolheu e é aquilo que ela mais ama fazer. 

Quando falo na maneira que Estamira vive, estou me referindo ao trabalho naquele lixão, que em minha concepção é desumano, e como ela mesma afirma, aquelas pessoas que ali trabalham, são libertos disfarçados de escravos. Concordamos que se trata de uma afirmação muito lúcida para uma pessoa com problemas psíquicos. 

Ela odeia com todas as forças aquela em que chamamos de Deus, para ela Deus é uma invenção dos homens. O filho de Estamira acredita que sua mãe é possuída por demônios e por isso tem alucinações e muitas vezes não diferencia o real do imaginário. Eu em contrapartida não julgo estar certo nem a versão de Estamira, nem tão pouco a de seu filho. Embora em nosso mundo muitas vezes nós acreditamos em simpatias, anjos e demônios, mas o fato de muitas pessoas acreditarem na mesma informação não significa que ela seja verdadeira. 

Não sou médica psiquiatra, por isso não posso dar nenhuma opinião sobre as alucinações de Estamira. Mas, posso falar que ela, é fruto de uma sociedade desigual, e assim como ela existem muitas pessoas, as quais não “enxergamos”. Em uma alucinação, Estamira afirma que todos nós dependemos dela. Naquele momento tive a certeza que sim, todos nós queremos que alguém recolha e recicle seu lixo, mas ninguém quer fazer. O que seria da cidade se não tivessem as Estamiras?! Você seria capaz de permanecer lúcido vivendo em condições desumanas de higiene e violência?

***** Contribuição Ana Claudia Landi ********

Confesso que não foi nada fácil para mim assistir esse documentário. Minha opinião sobre Estamira mudou diversas vezes durante o filme. Fui bem preconceituosa no inicio, imaginei que ela falaria um monte de bobagens, por aparentar ser bem perturbada. Como ela começou falando de uma maneira bem alucinada, pensei que não passaria disso, um monte de palavras doidas misturadas.

Mas aos poucos fui percebendo que muito do que ela fala, mesmo sendo bem confuso, são coisas que fazem sentido. Então comecei a concordar com ela, principalmente quando ela fala sobre economizar, o discurso estava ficando muito bom até ela começar a colocar a culpa de todos os problemas em Deus e querer ser mais que Deus. Percebi que ela usa muitas frase para se referir a ela mesmo, como é usado na bíblia para se referir a Deus. Então foi assim que começou a ficar bem difícil assistir o resto do filme. Não é nada fácil ouvir coisas que ofendem tudo aquilo que acredito. Mas foi ouvindo a história dos sofrimentos dela, que fui entendendo porque ela odiava tanto a Deus e se revoltava tanto quando tocavam no nome dele. O que sei eu dos sofrimentos da vida para julgar os motivos de todo esse rancor que ela guarda? Isso é entre ela e Deus somente. 

Então foi assim, concordando com algumas coisas que ela falou e me revoltando com muitas outras, que fui vendo o documentário até o final. Até agora não sei nem o que pensar sobre ela, se ela é uma pobre coitada que não sabe o que fala, ou uma pessoa que sabe muito bem o que fala, ou um pouco dos dois, quem sabe. Só Deus sabe. 


***** Contribuição Deise Machado Massena********

É um documentário desafiador, uma vez que precisamos ver e ouvir alguém que não costumaríamos dar atenção senão nesta situação. Uma pessoa visivelmente perturbada e ela mesma a Estamira admite isso, diz que embora perturbada é lúcida. Não há dúvidas que ela tem momentos de sanidade e vê e diz coisas que muitas vezes não percebemos e sequer pensariamos que alguém como ela raciocinaria. Sua infância muito sofrida, com violência física e mental deixaram marcas profundas e inesquecíveis das quais ele nunca conseguiu superar, devido à esses sofrimentos provavelmente expliquem a aversão que ela tem sobre a ideia que Deus exista, tanto é que ela diz que "Deus é algo inventado pelos homens", e ela não acredita nesse Deus que permite as desgraças. Inclusive ela se acha superior a Deus.

Estamira, formato par no mundo heheh, vive em um lixão filosofando sobre os acontecimentos da vida e valoriza muito este lugar onde ela mesma disse que lá ela descobriu a felicidade e pode ser ela mesma.É dificil ficar tanto tempo assistindo uma pessoa desequilibrada falando, gritando, esbravejando, mas certas coisas que ela fala mesmo dentro da sua insanidade ela cita frases de lucidez, como no momento em que diz que os médicos se acham Deuses, e ela não aceita "se dopar".

Vivendo numa realidade tão difícil, deve ser preferível não tomar os remédios e assumir a pessoa que é. 

Durante o filme lembrei de uma frase que combina com a Estamira:
"Sou louco porque vivo em um mundo que não merece minha lucidez."

AULA 02/set - O que fica para nós sobre o filme Crianças Invisíveis?

***** Contribuição Renata Silva ********

Gostei muito da série de curtas "crianças invisíveis", com ele fica muito claro aos alunos que não existe apenas um tipo de infância. Além disso, podemos perceber que ser criança não significa ter infância. O curta que mais me tocou acredito que tenha sido o do Tanza, pois o menino com sapatos era um soldado, sem eles voltava a ser criança, como se isso fosse possível. Todos os curtas mostram uma difícil realidade das crianças, mexendo com as emoções dos que assistem.

***** Contribuição Ana Claudia Landi ********

Esse documentário mexeu muito com meu lado sentimental, fiquei bem triste com a realidade daquelas crianças, principalmente por ser a realidade de muitas crianças atualmente. 
O que mais me abalou foi o sentimento de impotência, de ver tudo aquilo e não achar maneiras de acabar com todo aquele sofrimento. Fui assistindo e comparando com as lembranças que tive das crianças que já conheci com esses mesmos problemas ou das noticias que vi nos jornais, essa relação foi me deixando com um sentimento muito forte de indignação. De saber que essas coisas podem estar acontecendo nesse exato momento, com milhares de crianças.

Acredito que um dos objetivos dos filmes, é deixar esse sentimento em quem assiste, essa vontade de fazer alguma coisa a respeito. Tornar essas crianças visíveis, mostrar suas realidades, para que a gente perceba que existem outras realidades, para que se faça alguma coisa. Nem que seja uma reflexão, por que assim, já estão mais visíveis perante nossos olhos.


***** Contribuição Stephanie Funck**********

O filme “Crianças Invisíveis” mostra-nos a dura realidade enfrentada por muitas crianças, de diferentes nacionalidades, que vivem expostas, vulneráveis e a margem de tudo o que há na sociedade, deixando para trás suas infâncias.

Através de histórias impactantes, dolorosas e, ao mesmo tempo, revoltantes, os diretores transmitem o quão violentadas, discriminadas, miseráveis e exploradas tem sido as vidas das crianças do mundo todo.

Acredito que este filme, ao ser criado, tinha como objetivo sensibilizar as pessoas que o assistissem, levando-nos a “abrir os olhos” para enxergar a realidade das infâncias que nos cercam. Crianças que até então tem sido “invisíveis” para a maioria da sociedade, pois muitas vezes estão escondidas atrás de máscaras de adultos, os quais, pouco tem feito para modificar este cenário.

Apenas pensar e refletir, sobre o filme, não adiantará de nada. Já está mais do que na hora de assumirmos uma posição, perante os fatos, contribuindo para que de fato eles venham a ser modificados. Chega de tentar tapar o sol com a peneira, fazendo de conta que todas as crianças têm uma infância feliz.


******* Contribuição Daniela Antunes**********

Observei no filme crianças invisíveis exatamente aquilo que os autores tentam nos mostrar, a invisibilidade da infância de muitas crianças. Realmente se chocamos em saber que crianças estão com armas em punhos fazendo a guerra, mas depois que a notícia acaba, desligamos a TV e vamos dormir, despreocupados. Ou aqueles que levam adiante, levam o fato para uma roda de conversa informal com vizinhos ou amigos, e todos se chocam com a noticia, e se dizem indignados e procuramos achar milhões de culpados pelo fato. Mas na realidade ninguém faz nada pra tirar as crianças daquela vida, é claro que eu sei que existem ONGs e a própria ONU que batem no peito e dizem números de quantos ajudaram, mas no fundo, todos sabemos que é apenas a ponta do iceberg.

As crianças estão ali, aos nossos olhos, mas não vemos elas. Costumamos levantar o som do nosso ipod quando alguma criança entra no ônibus vender doces, costumamos fechar os vidro do carro quando crianças fazem malabarismo em frente do semáforo, ou quando elas vendem as saquinhos de balas.

Costumamos, passear lá no centro, na rua da praia onde estão muitas crianças indígenas, muitas vezes em um dia de muito frio vemos estas crianças descalças e com pouca roupa, e não prestamos atenção nestas crianças, sempre estamos atrasados ou se não estamos, é mais cômodo olhar para as vitrines ao invés de enxergar o sofrimento. E quando enxergamos, nosso primeiro pensamento é de que os pais delas são os culpados, porque só sabem botar filho no mundo e não tem a consciência do dever deles para com o bem estar dos filhos. Enquanto passamos colocando um milhão de culpa nas costas do pais, as crianças continuam ali, sofrendo, e desamparadas.

Somos os primeiros a julgar os “ trombadinhas” “ ladrões de carteiras” e não compreendemos que os verdadeiros culpados são os pais destas crianças que muitas vezes o incentivam ao crime, então a criança que ainda não tem definido conceitos de certo e errado acaba fazendo coisas de que nós consideramos passíveis de cadeia, mas que a criança nasceu, cresceu e aprendeu a viver daquele modo.

Acreditamos que ao ver uma criança bem vestida e bem alimentada ela em tenha tudo que precisa. Esquecemos que muitas delas passam o dia todo longe de seus pais que trabalham muito, essas crianças também são abandonadas. Os pais delas compram carinho com presentes, se esquecem que a coisa mais importante é o afeto e que este não se compra.

Enfim, em todos os lugares do mundo há várias infância, e nós adultos apenas vemos aquela que queremos ver, e fechamos os olhos para tudo que nos desagrada. No filme eu até torcia para que a mãe da menina rica adotasse a menina pobre, mas esse seria um final feliz para aquele episodio, por um momento eu também esqueci que a vida não tem sempre finais felizes. Esqueci que na grande maioria da vida das pessoas o final é triste e doloroso.


******* Contribuição Ana Paula Brum Sena**********

O filme nos mostra muitas infâncias, diversas realidades e as conseqüências de cada uma delas. As crianças invisíveis são aquelas que vemos em uma infância muito distante daquela que dá à criança todos os cuidados merecidos e de direitos. As crianças merecem viver em um ambiente harmonioso e seguro. Merecem uma lei que proteja sua infância. Merecem um tempo para freqüentar a escola, para conviver com outras crianças e brincar. Esta é, para mim, a infância ideal.

O filme nos mostra que mesmo sem a infância ideal para uma criança viver e se desenvolver bem, as crianças têm outros tipos de infância. Portanto, como afirmar que ser criança não significa ter infância se cada criança tem a sua? 

******* Contribuição Saritha Braga de Quadros**********

Os sete trechos de filmes assistidos em aula, que retratam o modo de viver das crianças, apresentam algumas características diferentes, como o local onde vivem, a etnia, a condição social e as famílias, e ao mesmo tempo, essas crianças são tão iguais, nas perdas de suas infâncias.

O contraste em relação ao carinho recebido pelos seus cuidadores como no caso da Pequena Gatinha, por exemplo, onde as chinesinhas, pobre e rica, e a pequena mais humilde, tinha um enorme cuidado, e zelo de seu avô, mesmo nas condições mais críticas de pobreza, pois eram mendigos. Já a menina de boa família, que se sentia só, pois nem o carinho de sua mãe recebia. Outro exemplo que quero citar é o caso de Jesus Criança da América, em que a menina HIV positivo, tinha pais dependentes químicos, que tentavam como podiam cuidar de sua filha, e o preconceito que ela sofria pelo fato da sua doença.

Nessas infâncias acontecem a perda da inocência, pois desde muito cedo, essas crianças já resolvem seus problemas como adultos, enfrentado dificuldades ao extremo de sobrevivência, também à degradação das famílias, as humilhações sofridas. Essas crianças não podem ir à escola, a parques, se divertir. E alguns desses pequenos, tendo como única alternativa, o mundo do crime, outros vivem explorados à margem da sociedade.

******* Contribuição Vanessa Veríssimo Silveira **********

O que fica para nós, sobre o filme, é que ele nos toca fundo, mexe com nossos sentimentos, quando mostra essas “crianças invisíveis” e a vida que levam, se é que podemos chamar de vida. Elas sobrevivem! São crianças sofridas e excluídas, preparadas para matar sem medo, mas que também têm vontade de estudar; crianças que são ensinadas pelos próprios pais a roubarem, que apanhavam, e que preferiram fugir e ficar sozinhas; crianças sofrendo preconceitos na escola pelo vício de seus pais e pelas doenças herdadas deles; crianças catando latas, papelões e sucatas o dia inteiro, correndo riscos, para poder comer e que, mesmo assim, são felizes e brincam “trabalhando”; crianças que roubam para comer, se divertir e são assediadas por pedófilos; crianças que foram mortas nas guerras, sem piedade; crianças ricas, com brinquedos maravilhosos, solitárias e que sofrem com a indiferença dos pais; crianças abandonadas na rua, que são amadas e amam quem as acolheu, apesar das condições precárias e que ainda sonham em estudar; crianças exploradas por adultos, que as obrigam a vender flores em bares e esquinas.

Estamos tão ocupados com nossas vidas que olhamos essas crianças e jovens nas ruas, com naturalidade, mas não enxergamos suas realidades.

A maioria dessas “crianças invisíveis” não têm infância, independente da classe social em que estejam inseridas.

Em vista de tudo isso, queremos nossas crianças “visíveis”, felizes, brincando, sem responsabilidades de adulto, sem inversões de papéis!

BOAS VINDAS! TURMA A e C 2011/2 :)

Olá pessoal!

Novo semestre, novos colegas, novas experiências, novas trocas e aprendizados...

Que venham as discussões...

Estarei sempre presente, mesmo que de forma virtual, acompanhando vocês nesta jornada!

Abraços
Sheila Paz - monitora Seminário Educação e Sociedade

AULA 08/jul - Mostra Seminário Educação e Sociedade 2011/1

Última aula, trabalhos expostos ao grande grupo...
Vídeo, cartaz, falas...
Mas, mais que qualquer coisa, um trabalho conjunto, fruto de discussões, ideias, inquietações, construções, desconstruções...
A finalização de apenas um trecho de uma grande jornada...

Que possamos continuar, mesmo que em salas separadas, trocando...
TEXTOS, MOMENTOS, IDEIAS, ANGÚSTIAS, DESABAFOS, INDIGNAÇÕES, ALEGRIAS, TRISTEZAS, SORRISOS, ABRAÇOS, DESAPROVAÇÕES e tantas outras coisas que o SER HUMANO faz em CONJUNTO, NO COLETIVO, em SOCIEDADE.

Como monitora da turma A e C do Seminário Educação e Sociedade 2011/1, vivi experiências que considero muito educativas! Agradeço a tod@s a oportunidade de compartilhar estes momentos!

Abraços
Sheila Paz

AULA 01/jul - Finalização trabalho do semestre e Café de confraternização

 Eis a turma reunida!




AULA 10 - 17/jun - Preparação para a mostra

TRABALHANDO...




TROCANDO IDEIAS, CONVERSANDO...



RECEBENDO VISITAS...






CONTINUANDO A TRABALHAR E TROCAR IDEIAS...







FINALIZANDO... TRABALHO PRONTO!









VALEU TURMA 2011/1 !!!

AULA 03/jun - PORTA - JANELA - PONTE ou HORIZONTE ?

LÓGICAS SOCIAIS (protocolos/recortes)

Conjunto de noções/conceitos/artifícios lógicos que modelam comportamentos em função de uma expectativa.

MODERNIDADE


- razão
- progresso
- trabalho
- universalismo
- ÍCONES: fábrica/escola
- VALORES: lealdade/obediência
- Figura: organograma

CONTEMPORANEIDADE

- subjetividade/mágico
- ecológico
- lúdico
- singular/diverso
- ÍCONES: shopping
- VALORES: comunicação/criatividade
- Figura: rizoma

MODERNIDADE  X  CONTEMPORANEIDADE =

1. Resistência (não favorável a mudança)
1.1- Ganhadores   1.2- Nostálgicos

2. Favoráveis a mudança
2.1- Inovadores    2.1- Pragmáticos

3. Híbrida
3.1- Oportunistas   3.1- Apáticos

Revolta - Colaboração Caroline Mello



Acredito que esse vídeo tenha despertado em nós o sentimento de revolta. Através das palavras da professora Amanda Gurgel podemos mensurar o caos em que se encontra a educação brasileira. Sabemos que tudo o que ela relata de fato acontece, porém ela descreveu da melhor forma possível.  Imagino que sua fala reproduz o que muitos de nós pensamos.