Olá pessoal!
Novo semestre, novos colegas, novas experiências, novas trocas e aprendizados...
Que venham as discussões...
Estarei sempre presente, mesmo que de forma virtual, acompanhando vocês nesta jornada!
Abraços
Sheila Paz - monitora Seminário Educação e Sociedade
AULA 08/jul - Mostra Seminário Educação e Sociedade 2011/1
Última aula, trabalhos expostos ao grande grupo...
Vídeo, cartaz, falas...
Mas, mais que qualquer coisa, um trabalho conjunto, fruto de discussões, ideias, inquietações, construções, desconstruções...
A finalização de apenas um trecho de uma grande jornada...
Que possamos continuar, mesmo que em salas separadas, trocando...
TEXTOS, MOMENTOS, IDEIAS, ANGÚSTIAS, DESABAFOS, INDIGNAÇÕES, ALEGRIAS, TRISTEZAS, SORRISOS, ABRAÇOS, DESAPROVAÇÕES e tantas outras coisas que o SER HUMANO faz em CONJUNTO, NO COLETIVO, em SOCIEDADE.
Como monitora da turma A e C do Seminário Educação e Sociedade 2011/1, vivi experiências que considero muito educativas! Agradeço a tod@s a oportunidade de compartilhar estes momentos!
Abraços
Sheila Paz
Vídeo, cartaz, falas...
Mas, mais que qualquer coisa, um trabalho conjunto, fruto de discussões, ideias, inquietações, construções, desconstruções...
A finalização de apenas um trecho de uma grande jornada...
Que possamos continuar, mesmo que em salas separadas, trocando...
TEXTOS, MOMENTOS, IDEIAS, ANGÚSTIAS, DESABAFOS, INDIGNAÇÕES, ALEGRIAS, TRISTEZAS, SORRISOS, ABRAÇOS, DESAPROVAÇÕES e tantas outras coisas que o SER HUMANO faz em CONJUNTO, NO COLETIVO, em SOCIEDADE.
Como monitora da turma A e C do Seminário Educação e Sociedade 2011/1, vivi experiências que considero muito educativas! Agradeço a tod@s a oportunidade de compartilhar estes momentos!
Abraços
Sheila Paz
AULA 10 - 17/jun - Preparação para a mostra
TRABALHANDO...
CONTINUANDO A TRABALHAR E TROCAR IDEIAS...
TROCANDO IDEIAS, CONVERSANDO...
RECEBENDO VISITAS...
CONTINUANDO A TRABALHAR E TROCAR IDEIAS...
FINALIZANDO... TRABALHO PRONTO!
VALEU TURMA 2011/1 !!!
AULA 03/jun - PORTA - JANELA - PONTE ou HORIZONTE ?
LÓGICAS SOCIAIS (protocolos/recortes)
Conjunto de noções/conceitos/artifícios lógicos que modelam comportamentos em função de uma expectativa.
MODERNIDADE
- razão
- progresso
- trabalho
- universalismo
- ÍCONES: fábrica/escola
- VALORES: lealdade/obediência
- Figura: organograma
CONTEMPORANEIDADE
- subjetividade/mágico
- ecológico
- lúdico
- singular/diverso
- ÍCONES: shopping
- VALORES: comunicação/criatividade
- Figura: rizoma
MODERNIDADE X CONTEMPORANEIDADE =
1. Resistência (não favorável a mudança)
1.1- Ganhadores 1.2- Nostálgicos
2. Favoráveis a mudança
2.1- Inovadores 2.1- Pragmáticos
3. Híbrida
3.1- Oportunistas 3.1- Apáticos
Revolta - Colaboração Caroline Mello
Acredito que esse vídeo tenha despertado em nós o sentimento de revolta. Através das palavras da professora Amanda Gurgel podemos mensurar o caos em que se encontra a educação brasileira. Sabemos que tudo o que ela relata de fato acontece, porém ela descreveu da melhor forma possível. Imagino que sua fala reproduz o que muitos de nós pensamos.
AULA 20/maio - rePENSANDO a Pedagogia
1- PEDAGOGIA
2- DIAGNÓSTICO
3- DESTACA perspectivas - dimensões - eixos
LIBERDADE...
... é a possibilidade do sujeito escolher, optar, decidir sem ferir os desejos dos outros.
... é a possibilidade do erro e do consequente aprendizado.
E... para finalizar...
- Conjunto de noções, conceitos e teorias que possibilitam capacitar indivíduos a criar situações de ensino.
- Aprendizagens que possibilitem outros indivíduos irem além das suas predisposições inatas, assim como, das expectativas de um dado grupo social e/ou sociedade.
2- DIAGNÓSTICO
- Recorte analítico valorativo
- Instrumento que permite desenhar cenários e tomar posições/decidir.
3- DESTACA perspectivas - dimensões - eixos
CONHECER O CONHECIDO
CONSTRUIR O CONHECIMENTO
CONSTRUIR O CONHECIMENTO
LIBERDADE...
... é a possibilidade do sujeito escolher, optar, decidir sem ferir os desejos dos outros.
... é a possibilidade do erro e do consequente aprendizado.
E... para finalizar...
O qUe DeSmOtIvA nA pEdAgOgIa?
- FICAR SEMPRE NA TEORIA, NA MESMICE DA ESCOLA.
- aulas desconectadas da realidade do aluno.
- RITUAIS AVALIATIVOS.
- não expontaneidade das relações.
- INTERESSES PESSOAIS NÃO CONTEMPLADOS.
- falta de liberdade.
- SOBERBA INTELECTUAL DO PROFESSOR.
- frustrações/expectativas cotidianas frustradas.
- aulas desconectadas da realidade do aluno.
- RITUAIS AVALIATIVOS.
- não expontaneidade das relações.
- INTERESSES PESSOAIS NÃO CONTEMPLADOS.
- falta de liberdade.
- SOBERBA INTELECTUAL DO PROFESSOR.
- frustrações/expectativas cotidianas frustradas.
CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO - Colaboração Luciana Pêss
CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO
Um documentário sobre publicidade, consumo e infância.
Produtora: Maria Farinha Produções
Direção: Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti
Sinopse: "Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?" Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Um documentário sobre publicidade, consumo e infância.
Produtora: Maria Farinha Produções
Direção: Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti
Sinopse: "Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?" Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Parte 4:
Parte 5:
Parte 6:
Educação Financeira - AULA 13 de maio
Olás :)
Neste dia tivemos a visita do estudante de Administração Mauro Amado, que realizou parte de sua pesquisa de final de curso (TCC) conosco.
Questionado sobre o que entendia como EDUCAÇÃO, já que seu tema de pesquisa era Educação financeira, pontuou:
"Ensinar é... verdade... é bem amplo. A primeira coisa que me vem é... ensinar."
Após trocas de ideia e esclarecimentos, podemos perceber as diversas e diferentes concepções de educação que existem e são exercitadas dentro e fora de espaços educativos, dentre eles a universidade.
Agradecemos o Mauro por ter nos feito refletir sobre mais uma faceta da educação que perpassa nosso cotidiano.
Afinal, como nos diz o prof. Paulo:
"Um modo de ver é também um modo de não ver!"
Esta frase diz muito sobre o que vivemos naquela manhã e nos faz continuar refletindo...
-> O bom consumidor:
-> Permite identificar uma perspectiva analítica...
-> Experiência centrada no mercado...
->Traz em si uma dimensão relacional...
->Traz um conceito chave... AÇÃO COLETIVA: cOnSuMiR
PROGRESSO: TeMpO
QUESTÃO DE FUNDO: Produção/organização da riqueza -> GESTÃO DO CONHECIMENTO
QUESTIONANDO/desenhando... AULA 06 de maio
OLÁ PESSOAL!
Por motivo de saúde, eu, a monitora da disciplina, não pude estar presente na aula, mas agradeço a colaboração d@s coleg@s que me enviaram o assunto do dia e os trabalhos realizados.
OBJETIVO DO TRABALHO: Refletir sobre
qual ou quais eram os maiores problemas dos professores e das escolas.
Após muitas reflexões, chegamos ao consenso de que o maior problema é o
PODER absoluto de quem governa ou simplesmente "manda" e que muitas
vezes apenas olha fora e não vivencia no dia-a-dia as dificuldades e
péssimas condições de trabalho que os professores precisam enfrentar.
Trabalho GRUPO 1: Franciele, Katiuska, Juliana, Kyanny, Mariane e Kaise.
Trabalho GRUPO 2: Kamila, Laura, Stéfani
QUESTIONANDO... AULA 29 de abril
Com base na apresentação do vídeo sugerido pela colega Luciana Pêss, surgirão as seguintes perguntas/afirmações:
DESENHO = CONHECIMENTO - INFORMAÇÃO - CULTURA???
OU
"Para nossa avareza o muito é pouco;
para nossa necessidade o pouco é muito"
para nossa necessidade o pouco é muito"
OU AINDA
"EDUCAÇÃO É TRANGRESSÃO CONSCIENTE???"
AMBIGUIDADE CONSTANTE
EDUCAÇÃO -> cultura -> liberdade -> político/coletivo -> saber da vida -> EDUCAÇÃO
FORMAÇÃO/CAPACITAÇÃO -> disciplina -> reprodução -> econômico -> individual -> trabalho -> FORMAÇÃO/CAPACITAÇÃO
Contribuição da colega Luciana Pêss
Encontrei esse vídeo na internet e achei muito bonito e interessante. Apesar do tema ao qual o video faz imediata menção (a luta pela água) não estar relacionado com a temática discutida na disciplina, achei bem legal para pensar também sobre o direito à (e a luta pela) educação, especialmente no que diz respeito à privatização do ensino.
Contribuição da colega Aline Miranda - 15/04
Desejos
Desejos são feitos para buscar um objetivo. Enquanto desejamos estamos correndo atrás, porém sem desejo nada faz diferença. O ser humano necessita desejar, necessita ser desejado. O professor deseja? Claro que sim. Talvez nem saiba o que, mas quando entra na sala de aula acaba percebendo claramente que seu desejo é que sua aula seja aceita pelo grupo de alunos. Para que seja aceito deve falar de coisas que os que estão na sua frente desejariam conhecer. Raramente acerta! E por este motivo acaba desejando que os alunos saibam apenas repetir. Na visão do professor nada pode ser maior em importância que o assunto por ele escolhido. E é nesse ponto que aparecem os desgostos. Tão importante quanto os desejos, os desgostos mostram que o professor deve repensar sua atividade.
Observando
Não há nada mais fácil que observar! Se todas as pessoas observassem mais e falassem menos, teríamos uma grande probabilidade de destruir o planeta de uma forma menos eficaz que as de hoje em dia. É só olhar ao nosso redor; veremos o estrago irreversível que estamos fazendo.
Relações
de Poder
Nada mais normal que
conversar. O pai conversa com o filho, o vizinho com outro vizinho, o
homem na fila com o seguinte, a pessoa que trabalha com a que esta
sendo atendida. Na sala de aula o professor em diversas situações
conversa com o aluno. Conversar é natural, porém muito antes de
conversar está a relação de poder. Quando alguém impõe sua
realidade está naturalmente mostrando que detêm o poder. E não há
como dissociar a conversa dessa relação estabelecida. Na sala de
aula podemos privilegiar a aula dialogada, que na maioria das vezes é
um monólogo, ou a aula é 'debatida' que estimula a discussão e
provoca os alunos, porém em nenhuma delas o aluno é ouvido como
deveria. Isso ocorre pelo simples fato de que o professor não pode
negociar saberes com o aluno. Sua posição de poder está de tal
forma estabelecida, que nunca será questionado por um aluno. Será?
Contribuição da colega Aline Miranda
“O
democracímetro ocidental expressa uma cultura da aparência: o
contrato de matrimônio importa mais que o amor, o funeral mais que o
morto, a roupa mais que o corpo e a missa mais que Deus. O espetáculo
da democracia importa mais que a democracia.” (GALEANO)
Vejam este vídeo muito interessante...
UTOPIA ANTECIPADA - Escola ≠ Educação !?!? (15 de abril)
Nesta aula, fizemos um flashback das discussões da semana passada. E... a partir de questionamentos colocados no quadro, continuamos nossas indagações...
Afinal...
O sistema escolar é...
A escola é...
A sala de aula é...
...a forma "ótima" de adaptação dos grupos sociais às exigências sociais que variam de sociedade para sociedade. (?!)
Por isso... ESCOLA ≠ EDUCAÇÃO !?!?
Depois de algumas discussões, foi proposto escrever num papel previamente distribuído, de cores diferentes, alguma vivência que nos motivou a escolher a área da Educação. Após, formar grupos conforme a cor do papel e trocar idéias.
Eis alguns relatos...
Afinal...
O sistema escolar é...
A escola é...
A sala de aula é...
...a forma "ótima" de adaptação dos grupos sociais às exigências sociais que variam de sociedade para sociedade. (?!)
Por isso... ESCOLA ≠ EDUCAÇÃO !?!?
Depois de algumas discussões, foi proposto escrever num papel previamente distribuído, de cores diferentes, alguma vivência que nos motivou a escolher a área da Educação. Após, formar grupos conforme a cor do papel e trocar idéias.
Eis alguns relatos...
GRUPO 1
(In)tolerância Docente
"Quando estava na sétima série, tinha um professor de Matemática muito rígido. Ele não tinha didática alguma, pois não era
formado em Matemática, mas em Engenharia. Durante uma aula em que o
professor estava desenvolvendo um cálculo no quadro e a conta não dava o
resultado que constava no livro, um aluno apontou ao professor onde
estava o erro, com o intuito de ajudá-lo. O professor ficou muito
irritado e disse em alto e bom tom para toda a turma a seguinte frase:
"PROFESSOR NÃO ERRA, SE ENGANA". Como se ele estivesse acima do bem e do
mal, com se fosse o dono da razão e da verdade."
(Franciele Vanzella da Silva)
GRUPO 2
O lugar "ambíguo" da escola (outra escola)
"Minha professora da
1ª série era muito fechada no relacionamento com os alunos, não
sorria quase nunca; tinha uma cara que dava medo em todos nós
(colegas/crianças na época). Um dia ela espirrou, e alguém disse
“Saúde”. Ela ficou furiosa e xingou todos dizendo que era uma
falta de respeito falar aquilo.
Fiquei com uma vontade
de ser diferente dessa professora."
(Bruno Castilhos)
GRUPO 3
"A política pedagógica" - MÉTODO OU "METODOlatria"
"Acredito que o fato marcante, na qual poderia ser diferente, foi no
Curno Nomal (Magistério) na qual o grupo de alunos contestava o método
de realizar projeto que é imposto pela coordenação de estágio.Se
fosse diferente, ao invés de escrever e reescrever inúmeros objetivos
desnecessários, quantas idéias surgidas em aula e durante o trabalho
poderiam ser aproveitadas e teriam lugar para derem colocadas em prática
na sala de aula e na construção e discussão de aprendizagens. Desta forma, durante a realização do estágio, eu questionava este padrão que é exigido na forma como dar aula.
Pensando nisso, pergunto-me se esta será a nossa realidade daqui a alguns anos em nosso estágio do Curso de Pedagogia?"
(Kyanny Denardi)
GRUPO 4
Exemplo
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